sábado, 21 de abril de 2012

Automatização das instalações Adidas


Após aquisição da marca Reebok em 2006 a Adidas reestruturou suas operações de distribuição da Europa.

A Adidas em substituição a quatro armazéns reuniu em um só local (Trafford em Marchester), o estoque da Reebok, Taylor-Made , Rockport, Ashworth e Adidas.


De acordo com Tim Adams, responsável por soluções globais da Adidas, “a automoção no centro de distribuição permite lidar com grandes volumes em um espaço pequeno, o que mantém os custos indiretos baixos, além de ter aumentado a eficiência em cinco vezes”.



Centro de distribuição automatizado Adidas em Trafford, Manchester.


O surgimento da Adidas

No início da década de 20 Adolph Dassler iniciou um pequeno negócio na velha lavanderia de sua mãe na cidade alemã Herzogenaurach onde ele produzia malas militares e calçados esportivos para que assim pudesse sustentar sua família. Sem dispor de máquinas, eletricidade ou materiais adequado todos os calçados eram de couro e feitos à mão.
Após um período difícil de inflação e desemprego, seu irmão, Rudolf, juntou-se ao negócio em 1924. Em pouco tempo, trabalhando dia e noite os irmãos e seus 12 funcionários conseguiam produzir 50 calçados por dia.


Nas Olimpíadas de 1936, em Berlim, atletas usando calçados Dassler conquistaram 40 medalhas de ouro. O ódio de Adolf Hitler foi tanto que, assim que a Segunda Guerra Mundial começou, mandou confiscar a fábrica dos irmãos. Durante este período, eles passaram dificuldades para manter o negócio em funcionamento. Neste momento os irmãos decidiram seguir caminhos distintos.


Rudolf fundou a Puma, Adolph criou a adidas. O nome Adidas deriva de “ADI”, apelido de Adolph, e “DAS” iniciais de seu sobrenome Dassler.  A marca adidas foi registrada somente em 18 de agosto de 1949.


Atualmente a Adidas é a segunda maior empresa de equipamentos esportivos do mundo, atrás da americana Nike. 

Sede da Adidas em Herzogenaurach, Alemanha.

Adidas e sua logística reversa


A empresa Adidas do Brasil lançou no último mês de janeiro o programa Logística Reversa. Este programa tem o intuíto de diminuir as impactos ambientais causados pelo descarte de calçados.

Como participar da Logística Reversa?


Muito simples! Basta que o usuário entregue seu tênis sem condição de uso, vale a pena ressaltar que este calçado pode ser de qualquer marca, numa das lojas Adidas. Na loja o cliente assina um termo de doação para que o calçado possa ser reciclado e em troca ganhará um brinde Adidas.


O que acontece com o material coletado?

  A Adidas fez parceria com RCR (empresa de logística reversa e gestão ambiental) que receberá todo o material coletado e o transformará em combustível para alimentar fornos de cimento.
  O descarte deverá ser feito nas lojas ou outlets Adidas que possuam esta identificação:



Fontes: site www.adidas.com.br
            site www.mundodasmarcas.com.br

            revista Intra Logística nº 252 setembro 2011



GRUPO BRANCO










   



sexta-feira, 20 de abril de 2012

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

“ORA VISÍVEL ORA NÃO”

O estoque Invisível é aquele não disponível aos sistemas de informação. Que pode elevar o aumento dos custos da empresa , afetar na redução da satisfação do cliente e por fim afetar o JUST IN TIME da empresa atrapalhando no processamento de manutenção de estoque. Contudo revista Infra Logística no ano passado revelou uma matéria que pode livrar as empresas de todos os tipos de problemas de ACURÁCIA que leva a ideia de falha no planejamento do estoque ou falta de exatidão.

Talvez algumas empresas tenham se livrado desse problema com um pouco mais de regimes bem menos rebuscado ou através de rigorosos meios desnecessários que não enfrenta o problema dando um ar que se diminui mas também acaba por criar outros problemas que não existiam.

INVISIBILIDADE DE ESTOQUE

A inacurácia do estoque pode ser rastreada nas seguintes áreas: FATORES HUMANOS, SISTEMAS DE INFORMAÇAO, PROCESSOS e PROJETO DE INSTALAÇÕES.

E se pensar bem o fator ser humano é onde está o maior grau de dificuldade de se lidar, tais que os colaboradores ou chão de fabrica que não são aplicados ao sistema, conforme o planejamento da empresa para ser usado. Encontra-se alto nível nessa área de manutenções é difícil. Já que a limites nos custos e foco normalmente qualidade e segurança, assim acaba na falta de treinamento e da conservação dos dados do processos.

PASSOS PARA REDUZIR ERROS NOS ESTOQUES:

1º Estabelecer uma meta de acurácia do estoque : Torna meta a acuracia faz o funcionario investir na precisao dos processos diminuindo as margens de erros.

2º Documentar os processos de movimentaçoes : Os registro sendo mantidos adequadamente, os problemas nos processos é estabilizado. 

3º Rastrear andamento : Diminui o numero de atrasos no processamento das transações.

4º Monitorar a conformidade eo "feedback" : Facilita  e permite maior simplifica os processos.

5º Oferecer recompensas e reconhecimento : Levanta a moral dentro da empresa , pois funcionarios incentivados são muito mais produtivos.

6º Repertir o processo : Ajuda a dar um padrão significativo no sistema. 



UM GRANDE EXEMPLO DE ACURÁCIA:

FONTE : REVISTA INFRA LOGÍSTICA SETEMBRO DE 2011, Nº252 .

GRUPO AZUL 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Cuidado com empilhadeiras

Treinamento e manutenção para evitar acidentes com o equipamento


A OSHA (“Occupational Safety and Health Administration”, Administração da Saúde e Segurança Operacional) estima que aproximadamente 680.400 acidentes com empilhadeira ocorrem a cada ano. A maioria desses acidentes podem ser evitados com treinamento adequado e a adoção de boas praticas e hábitos de trabalho seguros.


As empresas devem focar seus esforços em seis áreas principais para ajudar a criar um ambiente sem perigos.


1.  Treinamento do operador

Quando realizado com correção, o treinamento do operador deve consistir de uma progressão lógica de evento que resultem em operadores bem informados e experientes que praticam constantemente o habito de trabalhos seguros.

Treinamento inicial do operador
Alem de aprender as regras gerais de movimentação de matérias do local de trabalho e como operar os equipamentos, os colaboradores também devem implementar os hábitos de operação seguros.

Tempo de desenvolvimento das capacidades e da certificação
A certificação não só significa que o operador foi treinado,mas também que o empregador certificou ter o funcionário desempenhando todos os requisitos da tarefa com sucesso e segurança.







2.  Supervisão

Mesmo se o programa de treinamento dos operadores de empilhadeira for dos melhores, ele só será eficaz se for apoiado por uma forte estrutura de supervisão. Se, após o termino do treinamento, seus novos operadores entrarem em um ambiente onde os supervisores experientes desrespeitam os hábitos de segurança, existe uma boa chance de qualquer lição aprendida pelos novos operadores ser esquecida rapidamente.


 3.  Manutenção

Essa é uma área onde se é possível trabalhar com um mínimo indispensável. Se o gestor sacrificar os equipamentos e facilitar a manutenção, sacrificará a segurança do funcionário, além do tempo de operação, a produtividade e a vida útil dos equipamentos.


4.  Inspeção Pré-uso

Embora uma inspeção pré-uso cuidadosa seja exigida pela OSHA, é também uma pratica inteligente das empresas. Essas inspeções sempre devem ser feitas antes que qualquer equipamento seja colocado em operação durante um expediente.


5.  Legislação e Normas

O conhecimento das exigências de treinamento 1910.178 da OSHA ajuda a empresa e o operador a cumprirem a legislação e criar um local de trabalho ainda mais seguro. A norma ANSI/LTSDF B56.1 de 2004/2005 também contém informações atualizadas que podem ajudar as praticas seguras com empilhadeiras.


6.  Avaliação Constante

A área final a ser focada para ajudar a criar um ambiente seguro para a operação com empilhadeiras é a avaliação do local de trabalho. Somente através da constante avaliação do local de trabalho é possível determinar os objetivos e identificar as áreas de treinamento e melhorias adicionais.


FONTE: Revista Intra logística, n° 248, Maio de 2011


GRUPO LARANJA


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Agilidade no fluxo de materias

Com maiores fluxos de materiais dentro de uma organização surge uma dúvida. Qual o melhor equipamento para realizar as movimentações atingindo a maior eficiência ??

Quando falamos em movimentação de cargas que necessitam ser transportadas automaticamente e na horizontal podemos citar três tipos de equipamentos que podem trazer ótimos resultados.
Vamos fazer uma análise destes três equipamentos com características, pontos fortes e francos.

AGVS (Veículos Automaticamente Guiados)

Estes veículos são controlados por um sistema via computadores. O seu funcionamento é basicamente por leitura de uma faixa que é colocada no piso do armazém, podemos dizer que assemelha com os trilhos de um trem a onde não há a faixa ele certamente não passará.
Pontos fortes: Oferece segurança aos usuários, possui flexibilidade devido a quantidades de acessórios que podem ser aderidos ( roletes, garfos, plataformas), possui uma manutenção que se assemelha com a de uma empilhadeira.
Ponto fraco: Complexidade devido ao sistema de operação.



Transportador contínuo de paletes

Este equipamento possui roletes motorizados que são utilizados para o transporte das matérias podendo ser encontrados com talistas ou placas.

Pontos fortes: Muito recomendado para produção em massa e possui custos baixos para a aquisição.

Pontos fracos: Para instalação é necessário que haja piso e espaço suficiente e não há flexibilidade, pois só é eficaz quando o fluxo de matérias é fixo.





Monotroles automatizado 

Estes equipamentos ficam suspensos nas estruturas do local sua movimentação é por trilho fixado no chão. São equipados com motores automatizados e inteligentes.
Pontos fortes: Para locais que não possuem muito espaço no piso e possibilita a interação com outros equipamentos.

Pontos fracos: Preço alto para aquisição e manutenção difícil em função da má localização onde se encontra.



Há diversos equipamentos de movimentação de cargas no mercado para cada situação um equipamento adequado. Cada organização deve estudar o melhor equipamento para atender as necessidades da produção.

Fonte: Revista Intra Logística, Nº 248, Maio de 2011

Grupo Amarelo

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ergonomia e Segurança

A ergonomia é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema.

Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a fim de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPI

O uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) não está restrito ao trabalhador da construção civil. O produto é imprescindível a todos os profissionais que freqüentam o canteiro de obras: arquitetos, decoradores, instaladores, engenheiros, entre outros. Nos últimos cinco anos, observou-se uma maior utilização dos EPIs. Isso porque aumentou o nível de conscientização de sua importância na prevenção de acidentes do que propriamente à obrigatoriedade de seu uso.


           
A maior parte das empresas e indústrias de grande porte já está adaptada às normas e têm como política a disponibilização desses produtos a seus funcionários. O custo do equipamento é bem inferior, quando comparado ao custo da mão-de-obra parada devido a um afastamento, isso sem mencionar qualidade de vida, bem-estar e motivação do funcionário.

No entanto, ainda persiste a falta de conscientização e informação do usuário. Muitos profissionais têm o EPI disponível para seu uso, na obra, mas não o utiliza por considerá-lo dispensável, desconhecer os riscos da atividade que desenvolve ou até em razão de algum preconceito.

Conforme Norma Regulamentadora nº.6, Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

  • Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais;

  • Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;
  • Para atender situações de emergência.
Com advento do novo texto da Norma Regulamentadora nº10 a vestimenta passa a ser também considerada um dispositivo de proteção complementar para os empregados, incluindo a proibição de adornos mesmo estes não sendo metálicos.




ABA FRONTAL COM VISEIRA
PROTEÇÃO DA CABEÇA




ABA FRONTAL
ABA TOTAL




PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE


LENTE COM TONALIDADE ESCURA

LENTE INCOLOR









PROTEÇÃO AUDITIVA
PROTETOR AUDITIVO


PROTETOR AUDITIVO TIPO INSERÇÃO (PLUG)



PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA



RESPIRADOR DE ADUÇÃO
DE AR (MÁSCARA AUTÔNOMA)


RESPIRADOR PURIFICADOR
DE AR (DESCARTÁVEL)


RESPIRADOR PURIFICADOR
DE AR (COM FILTRO)



PROTEÇÃO PARA AS MÃOS


LUVA ISOLANTE
DE BORRACHA
LUVA DE PROTEÇÃO
EM RASPA E VAQUETA
LUVA DE COBERTURA
PARA PROTEÇÃO DA
LUVA ISOLANTE DE BORRACHA


LUVA DE PROTEÇÃO
EM VAQUETA
LUVA DE PROTEÇÃO
COM BORRACHA NITRÍLICA











Fontes:
Revista Intralogística - Maio/2011
http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=13&Cod=58
http://www.fundacentro.gov.br/dominios/ctn/anexos/cdNr10/Manuais/M%C3%B3dulo02/5_8%20-%20EQUIPAMENTOS%20DE%20PROTE%C3%87%C3%83O%20INDIVIDUAL.pdf
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ergonomia

Grupo Verde

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mantenha seus produtos seguros

     
Hoje em dia, com a exigência quanto à qualidade, as empresas analisam não só a mão de obra e espaço como também a segurança no transporte dos produtos que está crescendo cada vez mais. Este último fator tornou-se tão importante, que a falta de eficiência na execução deste trabalho pode acarretar perdas financeiras e falta de confiança do cliente na empresa.


A embalagem faz parte do sistema logístico com a função de minimizar o custo de entrega e aumentar as vendas. A meta é melhorar o tipo de embalagem para evitar desperdício e o custo de danos. A embalagem tem que oferecer proteção, pois o trânsito pode danificar todo o produto.


A empresa Ghent Manufacturing, sediada em Ohio nos EUA, encontrou uma alternativa prática e econômica para resolver este problema. A Ghent instalou um equipamento, produzido pela Sealed Air, de fabricação de proteções de espuma para embalagem que além de oferecer aos consumidores a redução de custos, diminui o risco de danificação à proteção customizáveis. É rápido, fácil de usar e ideal para médios volumes incluindo comércio eletrônico, galerias, departamentos de expedição e almoxarifado. As espumas são muito utilizadas quando o produto precisa de proteção contra a vibração ou para que não haja espaços vazios na caixa. É uma forma segura e confiável.


Esse equipamento tem a capacidade de produzir até quatro proteções de espuma por minuto e ainda sob a medida certa dos produtos produzidos pela Ghent, que se diz super satisfeita com os resultados, pois, além de economizar na compra de materiais também não precisa mais do local onde era feito a estocagem do material antigo, pelo fato de produzirem diariamente aquilo que é usado. A empresa também dispõe as embalagens em pontos estratégicos na área de produção facilitando a mão de obra de seus funcionários.


Para alguns é visto como um empreendimento de alto custo, porém os benefícios são muitos e o equipamento pode ser pago em até três anos.


Benefícios da proteção com espuma:
  •  Economiza recursos;
  •  Acelera o processo de produção;
  •  Facilita o manuseio;
  •  Protege adequadamente os produtos contra choques e vibrações;
  •  Economiza espaço;
  •  Customizável;
  •  Resistente contra a umidade;
  •  Leve ;
  •  Elástico


Existem dois sistemas de fabricação da embalagem:


  • SISTEMA FOAM IN BAG: As Bolsas são cheias de espumas e podem ser feitas em vários tamanhos. Podem ser usadas para preencher espaços vazios, acolchoar, bloquear e travar.



Produção:


Etapa 1                          


Ao toque de um botão, o operador seleciona o tamanho e quantidade de espuma Instapak® desejados.



 Etapa 2


O operador coloca a bolsa cheia de espuma dentro de uma caixa e posiciona o produto sobre a bolsa em expansão.





Etapa 3  


A seguir, outra bolsa de espuma é colocada sobre o produto e fecha-se a caixa






Etapa 4


A bolsa de espuma se expande ao redor do produto em questão de segundos.






Moldagem:

Etapa 1



Com o toque de um botão, o sistema dispensa uma bolsa cheia de espuma.






Etapa 2

Quando colocada dentro de um dos moldes, um sistema a vácuo puxa a bolsa para dentro da cavidade.





Etapa 3

Então, um sistema de sopro permite que o operador retire o calço pronto da cavidade do molde.






Etapa 4

Em menos de um minuto, uma embalagem está pronta para proteger o seu produto durante o transporte e manuseio.




  • SISTEMA FOAM IN PLACE: Este sistema de espuma é econômico, versátil e ainda simples de usar. Seguro e confiável; ideal para pequenas e médias operações. Um processo para acolchoar, bloquear ou travar produtos de diversos tamanhos e formatos.


Produção:


Etapa 1

A espuma é aplicada dentro de uma caixa revestida com o filme de alta resistência.



Etapa 2

O filme é dobrado e o produto é colocado sobre a espuma que se expande.




Etapa 3


Uma nova camada de filme é colocado sobre o produto e mais espuma é aplicada.



Etapa 4

Seu cliente recebe o produto intacto.





Moldagem:

Etapa 1

Um molde de madeira é utilizado para a produção de um calço no formato desejado.



Etapa 2


O molde é forrado com o filme Instamate® e a espuma Instapak® é aplicada.



Etapa 3

Seu produto está embalado num calço especialmente desenvolvido.




Outros tipos de embalagem:
  • Embalagem Retornável
A embalagem retornável é eficaz em termos de custos nos casos em que o fluxo de mercadorias é considerável e existem poucos pontos de distribuição.

  • Embalagem Descartável
São aquelas embalagens que não tem utilidade após ser usada uma vez, desde caixas de papel cartão simples a paletes de plástico ou papelão.



  • Embalagem para alimentos
São embalagens desenvolvidas para oferecer alimentos frescos a mesa com qualidade.




Fontes: Revista Intralogística n°248 - Maio/2011
http://www.nefab.com.br/Espumas_para_Amortecimento.aspx
http://www.sealedair.com/la/pg/default.aspx
http://www.sealedairprotects.com/LA/PG/products/foam_packaging/foam-in-place.aspx
http://www.sealedairprotects.com/LA/PG/products/foam_packaging/foam-in-bag.aspx
http://www.sealedairprotects.com/LA/PG/products/foam_packaging/foam_cushioning_protection.aspx

GRUPO VERMELHO

domingo, 15 de abril de 2012

Reduzindo a complexidade

Com a expansão da gestão da cadeia de suprimentos sendo usada como forma de estratégia empresarial em muitas empresas acaba acarretando em novos desafios para poder dominar e tirar o melhor aproveitamento desta grande ferramenta que veio agregar valores a logística. Realmente a Cadeia de Suprimentos não é algo fácil para se dormir, pois é necessário primeiramente ter bons fornecedores que possam atender a demanda (onde a flexibilidade e agilidade são requisitos fundamentais para o funcionamento) e um sistema de comunicação possam fazer o controle de todo o estoque evitando a compra indevida de suprimentos acarretando em armazenagens (produto parado resulta em dinheiro parado ou até mesmo acarretando na obsolescência da mercadoria).Pesquisas apontam que empresas que dominam a cadeia de suprimentos alcançam melhores resultados e utilizam como vantagem competitiva no mercado, estudos apontam que os custos da cadeia de suprimentos podem variar entre 5º e 6º do faturamento anual de uma organização.


Aperfeiçoando a cadeia de suprimentos

Muitas empresas estão adotando o Modelo SCOR (Supply Chain Operations Reference) ou (modelo de referência das operações na cadeia de suprimentos) onde há fracionamento de quatros operações da logística facilitando a operação obtendo êxito que são:

· Planejar: Ter o controle e planejamento da demanda dos produtos, verificar se há produtos que são sazonais evitando que haja compras sem haver necessidades;·Fornecer: Possuir fornecedores de alto nível para um excelente suprimento evitando que a produção pare;·Produzir: Transformação de matérias prima ou produtos acabados pronto para a venda;·Entregar: Transportar o pedido do cliente no prazo estabelecido.

Mas é possível também obter bons resultados com a prática de cinco impulsionadores para aperfeiçoar a cadeia de suprimentos que são:

·Configuração: Verifica que tipo de produto que se faz e qual o local de fabricação;·Prática da gestão: As formas de como as operações devem ser seguidas;·Relacionamento externo: Comunicação entre parceiros e fornecedores;·Organização: Busca por sinergia total da organização·Sistema da informação: É algo vital para a comunicação e controle da organização.


Efeitos da complexidade

Caso a alta complexidade não seja notada dentro de uma organização pode ser um mau sinal, pois em muitos casos afeta a rentabilidade devido à falta de uma boa estratégia para execução das atividades.Podemos citar alguns fatores que afetam o desempenho de uma empresa; como muitos fornecedores, problemas logístico, dependência de informações para iniciar uma operação, excesso de clientes, falta de comunicação entre outros. Todos esses fatores fazem a perda de sincronia de qualquer setor ou departamento.Mas se estes problemas citados forem resolvidos podem ser benéficos, pois estudos revelam que se a complexidade for estudada e simplificada pode ser uma grande aliada como vantagem competitiva na gestão da cadeia de suprimentos.


Fontes:Gestão da Cadeia de Suprimentos (Suplly Chain Management), Editora: Atlas S.A, Ano 2007.
Revista Intra Logística, Nº 248, Maio 2011
Grupo: Amarelo